UM ADVOGADO DESCOBRE A MÁGICA DOS DÍZIMOS

Expliquei a um advogado amigo meu, que me confiara um de
seus problemas, o significado espiritual dos dízimos. Esse
advogado tinha de ir a Nova Orleans tratar de interesses de um
cliente que lhe dissera que o advogado da Luisiana, com quem se
devia avistar, era uma pessoa desagradável, beligerante,
turbulenta e das menos cooperativas. Sugeri-lhe que utilizasse os
dízimos, isto é, que supusesse que a ação de Deus se faria sentir
na mente e no coração daquele advogado e que seu julgamento e
convicção mentais seriam no sentido de se obter uma solução
divina, harmoniosa, que atendesse a todos os interessados.
Em vista disso, meu amigo advogado, antes da visita a seu
colega, rezou freqüentemente para que, no encontro em Nova
Orleans, reinasse a harmonia, a paz, o amor e a compreensão, o
que realmente veio a acontecer, resultando numa solução legal e
financeira que satisfez a todos.
A ação e a reação são universais e constantes. Seu
pensamento é uma forma de ação e a reação é a resposta do seu
subconsciente condicionada pela natureza do seu pensamento.
O mais importante a considerar é que a idéia espiritual
(dízimo) que se encontra por trás de qualquer entrevista,
transação ou atividade é, na verdade, a sua realidade. Aquele
advogado constatou prontamente a verdade profunda de que tudo
que se faz é condicionado pela suposição feita e pela crença que se
tem em sua realização.

A ARTE DE DAR E RECEBER

Tudo aquilo que se dá com amor e boa vontade recebe-se em
maior quantidade. A lei dos dízimos faz com que tudo que se dá –
de boa ou má vontade – volte inevitavelmente para nós,
freqüentemente multiplicado muitas vezes. É uma lei imutável
aquela que diz que as coisas semelhantes se atraem; assim tudo
que se semeia no subconsciente colhe-se no espaço sob a forma de
condições, experiências e eventos.